

Ronilson Rocha

AFRODITE, Deusa da formosura, na mitologia romana, EU (do Lat. ego) pron. pess., forma tónica da 1ª p. do sing. que desempenha a função de sujeito. - Afrodísias, do Lat. Aphrodisia - Festas gregas em honra de Afrodite
E fê-la descer até à célebre posição de oração.
Ela abre a boca e sem desviar o seu olhar do dele estica a lingua e começa a lamber-lhe a cabeça do caralho que estava brilhante de tanta tesão.
- Enfia-o todo na boca, puta!
Ela pegou-lhe no pau e engoli-o todo devagar até o sentir a tocar fundo na garganta. Ele agarrando a cabeça dela foi-lhe dando o com o caralho na boca e despejando tudo.
- Toma leitinho puta toma!! Uhhhhh
Ficaram os dois todos lambuzados de esporra e consolados com aquele café de fim de tarde magnífico.
A partir daquele dia passaram a beber sempre café pingado.!!!
…mas antes de subir serve-me um desses que guardas aí só para os amigos, bem aviado, que trago a goela seca, disse áspera enquanto se livrava do excesso de roupa. Encostada ao balcão bebeu de um trago só, fez uma careta, um ruído estranho com a garganta…
Dá a surpresa de ser.
É alta, de um “ruivo” escuro,
faz bem só pensar em ver
seu corpo meio maduro.
Seus seios altos parecem
(se ela estivesse deitada)
dois montinhos que amanhecem
sem ter que haver madrugada.
E a mão do seu braço branco
assenta em palmo espalhado
sobre a saliência do flanco
do flanco do seu relevo tapado
Apetece como um barco.
Tem qualquer coisa de gnomo.
Meu Deus, quando é que eu embarco?
Ó fome, quando é que eu como?
Fernando Pessoa
20.15h
Fresco este final de cacimbo, pensei quando pus a chave à porta, entro sempre pela cozinha para farejar o jantar e cheirou-me a ervas finas, Já vi que fizeram o jantar, Que bela recepção, a sala estava com pouca luz algumas velas ajudavam e um leve cheiro a incenso pairava no ar, Canela, Adoro Canela, Shirley Bassey cantava e bem “Diamonds are forever”, Afrodite e Sofia conversavam sentadas no sofá vermelho do outro lado da sala, ao reparar que bebiam perguntei Que estão a beber as senhoras? Nem que vivas comigo 20 anos… Jameson claro, O meu preferido e sem gelo, respondeu de pronto Afrodite, percebi imediatamente que as duas iam alguns decilitros à minha frente e por isso aceitei de bom grado a sugestão de tratar do que faltava para o jantar, Vou mudar de roupa e já desço, afastei-me interrogando-me porque estariam as duas com aquele ar tão cúmplice, de robe e de cabelo ainda molhado e conjecturando se se teria passado algo naquela tarde que fosse digno de registo, ao entrar no quarto senti a humidade quente que vinha da casa de banho, alguém a tinha usado havia pouco tempo, acendi a luz e percebi que ainda estavam algumas roupas por arrumar na cadeira junto á banheira, rapidamente percebi, pelas pistas deixadas, Este fio dental não é de Afrodite certamente, era um pouco maior que o outro, esse sim bem conhecido, era claro que as duas senhoras que estavam à minha espera na sala tinham tomado banho nesta casa de banho as duas e muito provavelmente ao mesmo tempo, segundo o que me segredava o instinto, troquei de roupa e antes de descer entreabri a porta da casa de banho ao lado do quarto de Sofia e estava quieta, ninguém ali tinha tomado banho nas últimas horas, desci directamente para a cozinha e tratei de apressar a ida para a mesa, As senhoras importam-se de vir jantar? O Jantar estava óptimo exclamei, enquanto Sofia levantava os pratos, Vou buscar o doce e afastou-se, só aí realizei que o robe branco era mínimo, que contrastava com a pele morena de Sofia e moldava-lhe até onde lhe era possível, as ancas e aquele rabo fantástico, Afrodite minha querida deves ter muito que contar sobre esta tarde, Eu…,disse entre dentes Afrodite sorrindo, não sejas apressado, que depois te conto e ofereceu-me um sorriso lindo e malicioso. Sofia já voltava da cozinha e segurava uma pequena travessa, asseguro que vê-la aproximar ainda era mais inebriante que a viagem inversa, tudo se via ou percebia na opacidade daquele branco, retomou o seu lugar à mesa e deliciamo-nos com a sobremesa, E se tomássemos o café no sofá levantaram-se e fiquei a vê-las afastar, Afrodite, ruiva de pele clara enfeitada de sardas ficava linda naquele robe oriental de cetim azul forte a condizer com a cor dos olhos Querem um digestivo? Por mim continuo no Jameson, e tu Sofia? Nada de misturas que isto hoje já vai avançado, cafés e digestivos no tabuleiro e juntei-me às senhoras no sofá singular elas ocupavam já o de três lugares, Sofia chegaste a ver as fotos do final do ano? Perguntei enquanto lhe estendia o álbum, Não! é a primeira vez que nos vimos depois disso, respondeu segurando no álbum, juntaram-se num dos lados do sofá para partilhar as fotos, de pernas cruzadas, o cruzar das pernas permitiu-me ver que Afrodite estava sem nada por baixo, já Sofia ostentava um reduzido fio dental branco deixado à mostra pela posição de lótus e pelo diminuto tamanho do robe. Rapidamente a conversa entrou no exoterismo dos significados da passagem do ano eu que estava cansado e se bem que a vista fosse magnífica e a companhia excitante deixei-me adormecer naquele sofá sonhando com aqueles dois corpos envolvidos em jogos de cama e artes sensuais.
03.20h
Acordei por volta das três da manhã, e estava sozinho na sala, os sons que me chegavam do quarto, não deixavam margem para duvidas, levantei-me, subi as escadas e deixei-me guiar pelos ruídos agora bem mais claros, os gemidos eram perfeitamente identificáveis a esta distancia, era Afrodite quem quase gritava de tesão, de onde estava, via a cama e o corpo nu de Sofia, aquele rabo era qualquer coisa, de joelhos e de costas para mim, enquanto Afrodite, de quatro, espetava e oferecia aquele cu, as suas mãos seguravam aquelas nádegas abrindo-as deixando bem amostra aquele buraquinho que se contraia e relaxava repetidamente enquanto Afrodite o besuntava e numa quase suplica pedia, Fode-me o cu, fode linda fode, toma esse cuzinho, Sofia ajustava o cinto em látex que mantinha erecto aquele pénis cor de pele que Afrodite adorava, ver aquela mulher musculada exibindo aquele pénis grosso e duro encheu-me de tesão, encostou a cabeça do caralho ao ansioso buraquinho, segurava Afrodite pelos cabelos com uma mão e com a outra segurava firmemente aquele pau, pressionando levemente, Afrodite gemia só de imaginar o que aí vinha, abria mais as nádegas para que nada dificultasse aquele magnifico exemplar que se preparava para a foder, ansiosa, Enterra-me só essa cabeçorra, enterra puta, ordenou, e com um puxão de cabelos e uma ligeira estocada o rabinho de Afrodite engoliu-a, HUUUII gritou Afrodite, Tira agora e molha-me mais o cuzinho, Está bom e escorregadio agora, prontinho para levar com ele respondeu Sofia lambendo deliciada o cu ainda mais aberto de Afrodite, Só de sentir essa cabeça a roçar-me o cuzinho… Abre-me esse cu minha putinha, isso e com um leve puxão de cabelos a cabeça desapareceu para logo a seguir voltar a aparecer para entrar outra e outra vez Afrodite uivava de tesão, Quero senti-lo todo agora, reclamava, as ancas iam e vinham num movimento lento e constante, entre gritos e gemidos Afrodite pedia, hummm fode-me esse cu, enterra-o até aos colhões, Sofia não a deixou esperar mais e puxou, desta vez com muito vigor os compridos e ruivos cabelos de Afrodite segurando-a com a mão livre a cintura, foi implacável, de uma estocada só enfiou aquele caralhão pelo cuzinho de Afrodite. Que uivava, Huuu que caralhão que tens aí minha puta, Gostas não é sua porca? Retorquia Sofia, Rebenta-me esse cu ordenava Afrodite, Sofia aumentava o ritmo respondendo ao pedido, era uma visão alucinante, Estou a rebentar de tesão gritou Afrodite, Não pares agora, Abre e espeta bem esse cu vaca, hhhaaaaiii que loucura, Isso, parte-me o cu, faz-me esporrar, Gostas de te esporrar com um caralho no cu puta, Adoro, ainda conseguiu responder Afrodite, as estocadas de Sofia eram agora vigorosas enterrava aquele caralho bem no fundo do rabinho de Afrodite que já só gritava, hhaaaaii! Não pares, não pares enterra todo que eu vou me esporrar ahhhh!! Uii!!! Que tesão esporro-me toda, mas Sofia parecia não a ouvir e mantinha o ritmo, segurava-a pelos cabelos e pela cintura, Isso linda espeta, espeta não pares… e Sofia fazia-lhe a vontade, espetava-a agora num ritmo intenso porem cadenciado, repetido, o cuzinho de Afrodite já não oferecia resistência alguma, estava enorme e recebia aquele membro enquanto rebolava guloso, as nádegas, Deixa-me provar essa cona, pediu Sofia retirando o caralho lentamente do rabo de Afrodite acocorou-se por baixo dela e bebeu-lhe aquela tesão até á ultima gota, Gostas da minha ratinha assim toda encharcada perguntou Afrodite e desse cuzinho rebentado? Se estiver tão boa como a tua coninha quando me deste o teu leitinho na boca…, ainda ouvi, abraçadas em silencio achei que não era altura para interferir e fui tentar dormir para o quarto destinado a Sofia.
7.40h (sexta feira)
- Não te esqueças da lista de compras, gritou-me Afrodite quando já fechava o portão, – A Sofia chega às 2. Sofia é uma amiga de longa data de Afrodite, casada com Giovanno, um italiano de Nápoles.
Elas tinham uma longa lista de afinidades, conheceram-se no liceu, e desde aí que sempre que podem passam algum tempo juntas, desta vez vinha sozinha, por imperativos de trabalho Giovanno não vinha com ela, já tínhamos partilhado momentos inesquecíveis os quatro, para a história ficou aquela viagem inacreditável a Barcelona. Sofia é uma morena bonita, de olhos verdes, uma mulher musculada por anos de ginásio, são os seios fartos e a anca torneada, que lhe inibem o ar masculino conferido pelas costas largas e atléticas. Afrodite, entre nós, há muito manifestava uma antiga vontade, revelada naquele esquecido dia, - Já faz tantos anos, comentava comigo quando a encorajava a falar sobre o assunto com a amiga, em que depois de uma saída à noite bem regada, momentos antes de entrarmos para o carro, Afrodite e Sofia descobriram uma já fantasiada e no entanto tão nova sensação, a tesão que despertara libertada nessa noite única por uma sucessão de múltiplos e esfomeados beijos, onde tanto as suas línguas como as suas mãos, tiveram tempo e vontade para explorarem terrenos nunca antes experimentados, para logo a seguir ser reprimida por um duplo e consentido silencio sobre essa noite, e que perdura desde aí, foi o excesso de álcool, conclusão aceite por ambas.
Talvez desta vez elas tenham a vontade e o tempo a que têm direito.
Fechei o portão e entrei em casa pela cozinha. Já não iria conseguir dormir de tão ansiosa que estava e por isso preparei um pequeno-almoço bem recheado, também para me ir ocupando enquanto esperava a chegada da Sofia e do Eu. Numa das vezes que abri o frigorífico certifiquei-me que tinha comprado mangas.Fiz questão de ser eu a comprar a fruta preferida da Sofia, não fosse haver algum esquecimento. Servi uma chávena de café e fui andando pela casa dando uma vista de olhos para ver se estava tudo em ordem. Fico sempre assim ansiosa e excitada com as visitas da Sofia. Sempre fomos muito cúmplices e existe uma química deliciosa entre nós. Entrei no quarto onde ela fica sempre e passei o olhar pelas molduras que exibem alguns momentos inesquecíveis daquela viagem incrível a Barcelona. Algumas fotografias mostram bem a tesão que ainda hoje seguramos depois daqueles beijos de língua desenfreados. Foi os copos…- é o que costumamos dizer, mas é só para disfarçar. A Sofia é toda tesuda, mas o que mais me excita nela são as mamas. Já me passaram mil e uma fantasias pela cabeça e cada vez que nos juntamos, digo sempre: é desta que provo a Sofia. Acredito que o Eu também se excite bastante com as visitas da Sofia pois é um espectáculo que anseia assistir há algum tempo. A sua Afrodite e a amiga Sofia enroladas. Fui me sentar na varanda e ali fiquei a fazer planos até à hora da chegada, ao mesmo tempo que pensava: Só espero que o Eu não prove a Sofia antes de mim…é que o Eu tem uma predilecção especial por rabos e o da Sofia…é bastante convidativo !